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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Pensando a tempestade.

Chove chuva!
Lá fora ela cai intespestuosamente
E eu, aqui, protegida no abrigo do meu lar
(Que tempos depois não serviria de abrigo a ninguém)

Ás vezes, eu invejo a intempestuosidade da chuva
Com ela ninguém pode!
Sua falta provoca o caos
Seus excessos a catástrofe

Mas, nem sempre ela destrói
A chuva precisa cair na medida certa
Pra deixar saldo positivo

Mas, ela não conhece limites
Acerta por acaso, erra na mão por descuido...
Assim como todos nós

A chuva, quem diria...
É destemperada como os humanos errantes
E segue deles a mesma lei:
A da implacável e bela natureza.

Itaipava, 11 de janeiro de 2011

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Recorta e cola

Eu vejo a vida melhor no futuro
Ainda que o muro de hipocrisia
Que insiste em nos rodear
Não pare de crescer.
Não quero ser pessimista
Ainda me esforço pra acreditar
No melhor que as pessoas têm
Seria eu pescador de ilusões?
Valeria a pena sê-lo?
Tudo vale a pena se a alma não é pequena!
Por isso creio sim na criança interior de cada um,
Que a cada medo que o mundo provoca,
Nos leva pela mão.
Talvez eu more mesmo num cenário
Do lado imaginário, do qual entre e saia quando convém...
Que seja. Do que é feita a vida, senão da ilusão que a gente cria?


Apresentação!

Uma midiática sem blog é quase um cozinheiro sem fogão. Por isso, resolvi finalmente criar o meu, pra ser mais uma a viajar no hipertexto. Pisando devagarinho, a gente vê como flui.
Dado o pontapé inicial, o jogo se faz por si só.

E viva o "Foram me chamar..."